E agora, rolha?
Num restaurante, quando o garçom abre o vinho e põe a rolha na mesa, o que devo fazer com ela?
Hoje em dia é raro que esperem você cheirar e verificar as evidências de mofo. Além disso, quando despejam uma pequena porção de vinho para a aprovação de monsieur ou de madame, algumas giradas e cheiradas dirão tudo o que você deve saber. Se o vinho tiver cheiro e gosto bom, quem se importa com o cheiro da rolha?
Se você tiver um irresistível impulso de cheirar alguma coisa, cheire o copo antes de servirem o vinho. Se ele tiver cheiro de desinfetante ou de sabão, ou de qualquer outra coisa, aliás – copo limpo não tem cheiro -, peça outro copo.
Uma olhada na rolha para ver se está molhada (e manchada, se for tinto) até a metade. Isso quer dizer que a garrafa foi guardada apropriadamente de lado, com a rolha sendo constantemente molhada para uma selagem hermética.
Historicamente, a apresentação da rolha ao cliente pelo dono do restaurante devia-se a um motivo inteiramente diferente do que aspirá-la em busca do cheiro da rolha. Essa é uma prática que começou no século XIX, quando comerciantes pouco escrupulosos desenvolveram o costume de fazer vinho barato passar por vinho caro. Os produtores de vinho começaram a combater essa prática imprimindo seu nome na rolha, para provar a autenticidade. E é claro que a garrafa era, e ainda é, aberta na presença do cliente.
Hoje, em vez de arriscar e insultar um bom restaurante cheirando a rolha ou pondo os óculos de perto para examiná-la, o melhor conselho é simplesmente não tomar conhecimento dela.
Fica a dica
Fonte: Livro – O que Einstein disse a seu cozinheiro




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Olá Giulia, adoro seu blog e o seu nome,hehehe… vejo diariamente…conheça o meu também e me siga: baonilha.blogspot.com
Como faço para te seguir ???
beijinhus…
Mayana
Muito interessante a história e as dicas. Parabéns pelo blog que nao canso de ler.
Muito obrigada Saulo!!! Fico feliz que estas gostando.