Ice, ice babe

A Moët Chandon lançou o Ice Imperial. Um champagne que se serve geladíssimo e on the rocks!! À beira da piscina, nada mal…

A edição limitada é elaborada com as uvas Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay.


Peixe no sal grosso

Caí da cama hoje gente… liguei a TV, e no canal VIVA (30) estava passando a reprise de um programa que eu adoravaaaaa: Menu Confinaça. 
Nele, Claude Troigros compra os insumos, vai para a cozinha e dá um show - Renato Machado depois escolhe os vinhos, em geral 2, e faz a harmonização – acho a dupla sensacional! O Claude é super engraçado, tem um jeito particular e fala tudo errado; o Renato sempre viajaaaando no outro mundo para descrever seus vinhos “Aroma de corpo sensual de mulher” (??!) hehehe adoro!

Bom, no caso da receita de hoje, para mim uma surpresa e coincidência. Foi o Peixe no sal Grosso.
A técnica, de cozinhar o peixe somente “mergulhado” no sal, aprendi com um Chef italiano que veio diretamente para ministrar nosso curso do SlowFood (VAPRAQ).
Já tinha pensado em passar as dicas e receita para vocês, mas havia até esquecido!

O peixe é comprado pronto, com escamas, porém pode-se escolher um já limpo. Recheia-se ele com ervas da sua preferência – sálvia, alecrim, salsa, etc. Em uma fôrma, forre com sal grosso; disponha o peixe sobre ela, e cubra-o com mais sal!! Simples, não?! É só isso gente, juro!
O tempo, aproximadamente 30 minutos para cada kg de peixe, e vai depender da espessura dele. Não se preocupem, pois é difícil errar, visto que comer o peixe quase cru não há problemas para quem aprecia, e o máximo que pode acontecer é ele passar do ponto, mas não vai queimar, estragar, nem nada. A coloração do sal, normalmente, não passa de bege – se estiver marrom é hora de tirar!! 
Sirva com um molho leve, pois é um prato super leve, 0% de gordura. Nós fizemos um de pepino, yogurte e ricota e um pesto de rúcula – o Claude fez um tipo “caipirinha” com limão, cebola, alho e azeite.

Sobre o vinho – por Renato Machado:
O peixe no sal grosso é um prato que relembra sabores vindos diretamente do mar, pois conserva o seu iodo dentro dele – os sabores e texturas originais permanecem.
Foram escolhidos dois vinhos brancos do novo mundo, Sauvignon Blanc e Chardonnay. O primeiro, o chileno Amayna 2003 13,8%, fresco, crocante e silvestre, que acompanha muito bem com carnes tenras e brancas. O segundo, Chardonnay do oeste sul (frio) da Austrália Element 2001. 
O Renato preferiu o Sauvignon Blanc, mais leve e fresco, e o Claude, como um bom francês – uva Chardonnay originária da Borgonha – preferiu o Chardonnay, mais robusto e encorpado, hehe.

Peixe que fizemos na aula. As cebolas depois ficam crocantes e leves – podendo deixá-las com casca e cortando a parte superior como uma tampa, recheando-as. 

 

The wine is under the table!

Ok, suspiremos!

 

Champagne no mundo POP!

A Dom Perignon criou uma homenagem ao grande artista pop Andy Warhol.

A coleção é composta por 6 garrafas super exclusivas, inspiradas nas cores que Andy usava para pintar seus quadros: azul, violeta, vermelho, verde esmeralda, lilás e amarelo.

A marca mudou até a etiqueta em função do Tributo.

As garrafas podem ser encontradas somente nos hotspots da Espanha: Terrace do Hotel Urban, Pacha Ibiza, CDLC e Olivia Valere.
Para quem está curtindo o verão Europeu, fica a dica!

Hello world!

 Yeah, is on the table! Primavera, verão, outono, inverno… todas as estações são apropriadas para tomar um vinhozinho, não acham?!

Vou falar dos meus preferidos, combinações com pratos, ingredientes e drinks em geral. Sintam-se à vontade de tirar dúvidas (ah, é um ótimo presente para quem aprecia) e me passar suas wine experiences! Não sou ainda uma expert no assunto, mas me esforço! Hehehe
Assim, juntos podemos pesquisar e trocar valiosas informações.