Ontem fomos comemorar o aniversário do meu pai no novo restô do Vitor Gomes. Ex Café Riso, depois de trabalhar em restaurantes e com grande público, a nova empreitada do Chef é mais intimista: ele abre as portas da sua própria casa! O local só é revelado quando feita reserva, mas garanto para vocês que é no meu bairro favorito e o mais charmoso de Floripa… Já sabem?! Mas a casa é bem escondida, não adianta procurar pois a tentativa será frustrante, hehehe.
O ambiente, quer dizer, a sua casa, é aconchegante, estilosa e moderna, que mistura madeira de demolição com modulados, peças contemporâneas com utensílios vintage. Confiram as fotos:

A cozinha da casa e a mesa principal, onde sentamos

Esta cozinha foi feita para o Vitor dar work shops e também para os convidados cozinharem com o Chef, está aí o espelho que que reflete o fogão e bancada para a mesa. As preparações do restaurante são feitas no andar de baixo, mais amplo, já que o local recebe uma média de 30 pessoas

A continuação da casa e mais uma mesa

A varanda. Atrás dela tem algumas mesas, mas não pude tirar foto pois estavam todas ocupadas
O Menu é fixo, escolhido pelo Vitor. Como aperitivos foram servidos bolinhos de bacalhau, ostras naturais, pães quentinhos com manteiga de ervas e crostini de damasco com gorgonzola. De entrada, tatar de atum com salada de folhas verdes e chantilly de wasabi, servido em um copinho.

Carré de cordeiro com purê de amêndoas e queijo, quiabos e salsa de frutas vermelhas

Hmmm! Torta mousse de chocolate com coulis de morango
Para harmonizar, os vinhos escolhidos foram, nesta ordem: Luigi Bosca Reserva Chardonnay, De Martino Sauvignon Blanc e Terranoble Gran Reserva Cabernet Savignon, com 89 pontos Robert Parker.
Gostaram? Deu para ver como é tudo leve e fresh, bem comfort food, o que é mais falado na gastronomia hoje em dia. Para todos se sentirem em casa, literalmente!
Contato: 48 9181-3315
É tempo de praia, sol, calor e vinho Rosé, claro. Separei 3 dicas gostosas:
Valle do Maipo – Chile
Produzido pelo método da “sangria”, que obtém o vinho a partir do mosto das uvas antes da fermentação, este rosé não chega a macerar com as cascas. Sua cor, perfumes ricos e intensos e sabor delicado provêm do pouco tempo que o suco tem de contato com as mesmas e praticamente não se nota sinal de taninos no vinho.
Corte: 100% Cabernet Sauvignon
Rhône – França
Robert Parker 89 pontos
Rose cereja brilhante, aromas de frutas brancas e vermelhas, toques frescos como menta. Copo redondo e complexo
Corte: 100% Grenache
Nota: Com 30 hectares de uvas, o Château não usa leveduras tecnológicas, não manipula os vinhos adicionando açúcar e químicas. Nos vinhedos o tratamento é green e biológico, também sem agrotóxicos
São Joaquim – Santa Catarina, Brasil
Degustação: cor Rosa salmão clara. Com aromas de frutas lembrando o romã e rosas, com eleve toque cítrico. Leve e delicado, com acidez muito agradável e sápida, que traz frescor e prepara o paladar para o calor do verão. Equilibrado e envolvente
Cortes: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Sangiovese, Syrah, Pinot Verdot, Pinot Noir, Merlot e Malbec
Neste mês, a rede Duty-Free bateu o recorde de venda por um único cliente no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris.
Identificado apenas como “um asiático”, o comprador levou: um Romanee Conti 1995, um Chateau Margaux 2003, dois Chateau Lafite 1982 e mais duas garrafas de Petrus 1980. Total de gastos: $66.000,00.
Um excelente vinho para presentear alguém especial no Natal.
Com todas as safras pontuadas, a de 2004 foi uma das que mais se destacou, ganhando 95 pontos pela Wine Spectator e 93 pontos pela Robert Parker.
Já experimentei também as safra de 2003 e 2005 que são igualmente espetaculares.
Uma das melhores interpretações do Barolo moderno, este incrível vinho é mais macio e sedoso que a maioria dos vinhos desta denominação, mostrando um exuberante bouquet de frutas maduras e imensa complexidade.
Produtor: La Spinetta
País: Itália
Região: Piemonte
Safra: 2004
Uva: Nebbiolo
Vinhedos: Localizados na região de Piemonte- Campé, com vinhas entre 35 e 45 anos de idade.
Maturação: 24 meses em barricas de carvalho francês, 9 meses em tanques de aço inoxidável e 12 meses em garrafa antes de ser comercializado.
Temperatura de Serviço: 16 a 18ºC
Teor Alcoólico: 14,5%
Corpo: muito encorpado
Sugestão de Guarda: Mais de 10 anos
Combinações: Grelhados, carnes vermelhas com molhos elaborados e carne de caça
Preço médio: R$ 600,00
Fiquem de olho no blog nos próximos dias que vou passar várias dicas de vinhos para saborear no verão e os mais especiais para dar de presente!
Uma ótima dica de presente de Natal! Meu pai quando ganhou, já há um tempo, não parava de mostrar para as visitas e todos os dias era motivo para abrir um novo vinho e testar o brinquedinho, hehehe.
Para quem aprecia ou é amante de vinhos adoraria ganhar este decanter de presente, garanto para vocês!
O Magic Decante é usado em substituição do clássico decanter, porém, em uma versão moderna e rápida. Enquanto um decanter (a jarra) leva em média 30 minutos para aerar um vinho, o que dizemos “abri-lo”, o Magic Decanter ou Venturi é instantâneo.
Sem promover alteração de temperatura, ele utiliza o princípio de Bernoulli (lei da conservação de energia), que afirma que à medida que a velocidade de um fluido em movimento aumenta, a pressão do líquido diminui. Quando o vinho é derramado no aerador, é criado um aumento na velocidade deste e uma diminuição em sua pressão, formando um vácuo que puxa o ar que é misturado juntamente com o vinho, aerando-o e liberando seus melhores aromas e amaciando seus taninos.
Para dar ainda mais charme às celebrações do fim de ano, a Moët criou o atraente estojo, Moët The Gift.
O mais novo item da marca desembarca no Brasil e, além de lindo, vem em um estojo isotérmico em formato de caixa de presente que mantém a temperatura da garrafa gelada por até 2 horas.
O Moët The Gift abriga uma garrafa do champagne Moët Brut Impérial e ainda se transforma em um cooler.
O novo ícone das grandes celebrações, Moët The Gift, será vendido apenas em lojas especializadas pelo preço sugerido de R$250,00.
Ótima dica para presentear, bloguetes. Eu quero muito!!!
Quem pensa que ostras só combinam com champagne, engana-se. O Muscadet é hoje considerado um dos melhores vinhos para degustar à beira mar e, claro, acompanhado de ostras fresquinhas.
Conheci eles agora quando estive em Paris e me encantei. É um vinho branco seco, leve, fresco, com aromas frutados e florais bem sutis, com notas minerais e sabor ligeiramente ácido e efervescente.
Fora as ostras, são ideais para harmonizar com variados frutos do mar, principalmente os crus.

Este foi um que degustei: Comte Leloup du Chateau de Chasseloir – Muscadet Sévre et Maine, Sur Lie
Ele é produzido com uvas Melon de Bourgogne, no noroeste da França, nas margens do rio Loire.
Atualmente, a região de produção do Muscadet está dividida em quatro appellations:
Muscadet: é um vinho mais simples e sem pretensão, produzidos fora das áreas citadas a seguir.
Muscadet Sèvre et Maine: é a maior área de produção e se situa ente os dois rios que dão nome à appellation, Sèvre e Maine.
Muscadet Coteaux de la Loire: são os vinhos elaborados na margem norte do rio Loire, entre Nantes e Ancenis.
Muscadet Côtes de Grandlieu: são os vinhos produzidos nos arredores do Lago Grandlieu.
Os vinhos Muscadet podem ser fermentados por métodos convencionais ou “sur lie” – quando é deixado no tanque de fermentação por vários meses em contato com a borra – o sedimento das leveduras, até ser engarrafado.
Dizem que essa forma de fazer o Muscadet surgiu por acaso. Os vinicultores de Nantes tinham o costume de deixar um barril de seus melhores vinhos sem engarrafar, para serem usados nas celebrações familiares. Com o tempo, notaram que esses vinhos adquiriam um caráter diferente do resto da produção, com aromas distintos e uma leve efervescência.
Atualmente, o método “sur lie” é muito usado na produção de Muscadet. Ele foi regulamentado em 1977, da seguinte forma: o vinho, depois de fermentado, deverá permanecer em suas borras por 4-5 meses, até ser engarrafado – o que deve acontecer entre 1º de Março e 30 de novembro do ano seguinte à safra.
Quem não conhece o Muscadet, e quer ter uma boa experiência com ele, deve optar por um Muscadet Sèvre et Maine sur lie, de um dos conceituados produtores da região como: Domaine de L’Ecu, Château du Cléray e Château de Geuline.
Fonte: Onne
Gostaram da dica? Quem ainda não conhece o vinho, aconselho experimentar e, na hora de comprar, opte pelo vinho mais jovem possível, em até 2 anos da safra (salvando algumas excecões, como as do método “sur lie”).
Uma das coisas que mais adoro fazer quando estou na Itália: tomar vinhos italianos! Hehe, parece obvio, mas muitas pessoas vão sempre em busca dos famosos franceses ou até mesmo sul americanos, mas eu sou fiel às raízes e aproveito também para aprimorar meu paladar italianinho! Neste final de semana degustei um vinho que amei. Já fica aqui uma dica para presentear de Natal.
Um vinho robusto, com graduação alcoólica de 16%, porém muito elegante e que harmoniza muito bem com queijos e carnes vermelhas.
O Amarone é um típico vinho do Vêneto, no Nordeste da Itália, nos arredores da histórica cidade de Verona. A produção é feita com as uvas Corvina, Rondinella e Molinara, porém outros produtores ainda utilizam a variedade Corvinone no assemblage. Sua cor é vermelha, com reflexos alaranjados, devido ao seu envelhecimento. No nariz os aromas revelas frutas passas, além de toques muito evoluídos. À boca é um vinho muito macio, elegante e vai mostrando aos poucos toda a sua potência. O álcool é bem presente, já que o teor mínimo deve ser 14%.
Fonte: Enoteca Fasano
Neste final de semana experimentei mais um vinho que não pude deixar de escrever aqui!
Fui na Sipp, loja que fica perto da Harrods que já virei habitué (hehe), à procura de um vinho leve, que eu pudesse oferecer aos amigos com aperitivos antes de sairmos para jantar. É uma ótima dica para se apreciar agora com a chegada do verão!
Veja aqui a matéria completa sobre um vinho que eu adoro: Beaujolais!
Moulin-a-Vent, Domaine des Rosiers Beaujolais
Muitas vinícolas de nível inferior produzem Beaujolais e por isso às vezes eles são vulgarizados, mas procurem com atenção. Quem gosta, gosta! Por este motivo, este vinho que estou aqui falando, e muitos outros Beaujolais de qualidade, não colocam no seu rótulo a nomenclatura “Beaujolais”.
Produtor: Georges Duboeuf – criou sua vinícola em 1964 a fim de promover o que tem de melhor nos Beaujolais, sendo reconhecido no mundo inteiro.
Região: Moulin a Vent, Beaujolais – França
Uva: Gammay
Teor alcoólico: 13%
Características: Aromas específicos de groselha (black currant) com um toque de canela. Com taninos suaves que trazem uma boa estrutura, tem toque de seda e um bom comprimento. Um vinho elegante.
Harmonização: Queijos, carnes brancas, salmão e atum.
Nota: O jantar que fomos, inclusive, foi o tão falado que sentei ao lado da Madonna no Locanda Locatelli. Fizeram uma reserva mais que especial para mim, é claro! Hahaha. Ah, a Gwen Stefani também estava ao lado dela, mas foi ofuscada pela diva mestra, linda e supernatural Madonna. Ela falava, ria, comia, nada com aquele ar de “sou a rainha do pop, não me toquem”. No menu, a mesa toda se deliciou com os antipastos italianos da casa: mozzarella di bufala, bressaola, etc, e na hora da sobremesa: sugar Not! Pediram, mas não comeram – não sabem o que era bom! Como todos sabem, ela tem hábitos um pouco peculiares, como tomar vinho misturado com coca-cola (oi?!) e é vegetariana.
Não era permitido tirar fotos e eu respeito as leis, mesmo tendo métodos profissionais de fotografar escondido com o celular, e, não tive a felicidade de ir ao toilette na mesma hora que ela (local onde todas as mulheres são amigas íntimas e trocam figurinhas… Uma pena!)